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PRINCÍPIO DE AUTORIDADE: BASE FIRME PARA O NOSSO TEMPO

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OBSERVANDO O REAL PRINCÍPIO DA SUBMISSÃO

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09/03/2017
GERAÇÃO REBELDE OU FALTA DE PREPARO DA LIDERANÇA?
Por: Pr Juanito Teixeira

Periodicamente, a sociedade passa por mudanças significativas no que diz respeito às relações interpessoais. Até certo ponto isso é algo natural, visto que a maneira dos filhos olharem o mundo é bem diferente da visão dos pais. Essa metamorfose geracional possui benefícios extraordinários, assim como pode apresentar também problemas sérios. 

Algumas das grandes mudanças dessa nova geração para a anterior é a forma como ambas veem o mundo, como se relacionam e sua aparente aversão a hierarquia. Embora alguns estudiosos digam ser uma geração desobediente, opositora das hierarquias, essa não é a verdadeira face dessa nova geração. 

É verdade que possuem dificuldade em receber ordens, mas esquecemos de observar os fatos que produziram o caráter desses indivíduos. Consensualmente, esta geração foi criada sozinha, sem uma referência hierárquica. Afinal, diferente de outras gerações, papai e mamãe tiveram que trabalhar bem cedo, deixando-os aos cuidados de parentes, amigos ou instituições educacionais ou jogada a própria sorte.  Ou seja, sem uma referência de autoridade. 

Por esse motivo, possuem dificuldade de obedecer ordens, e têm horror a hierarquia vertical, porém sentem-se seguros em estruturas organizacionais horizontais. O problema é que na vida real das instituições, na grande maioria dos casos, salvo aquelas empresas criadas com tal mentalidade, todas são compostas pela divisão hierárquica vertical. 

O problema se agrava quando falamos da igreja. Afinal, elas veem os superiores como “ameaças” a sua “liberdade”. É como se pastores e líderes estivessem ali para subjugá-los e roubar os seus direitos. Diante desse conflito, é preciso cautela. A melhor maneira de comunicar com a atual geração é através do diálogo, produzindo confiança. 

Infelizmente, a maioria dos líderes não foram treinados e, muito menos, se preparam para administrar tais conflitos geracionais. Aliás, é mais fácil chamar o liderado de rebelde e averso a autoridade do que reconhecer que precisam se atualizar para falar uma linguagem que a nova geração entenda.

Falta, em grande parte das empresas e dos líderes, preparo. Ter autoridade não é apenas mandar, mas exercer sua função com sabedoria, conquistando a confiança dos seus liderados e inspirando-os a segui-lo. A propósito, se observarmos a vida de um dos maiores líderes que já existiu, liderança não é apenas dizer o que se deve fazer, mas ensinar através do exemplo, inspirando as pessoas a fazerem o mesmo.

Vivemos diante de uma geração rebelde ou precisamos nos preparar melhor? Eis a questão!










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